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Cedrim do Vouga PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

Cedrim é uma freguesia portuCedrim do Vougaguesa do concelho de Sever do Vouga, com 8,47 km² de área e 995 habitantes (2001). Densidade de 117,5 hab/km² e como principais acessibilidades, dispõe da A25 e da EN 328.

Sectores Económicos
Primário 15 %; Secundário 70 %; Terciário 15 %. A população de Cedrim dedica-se predominantemente à agricultura, mas também à criação de aves e à exploração de bovinos. Por outro lado, as oficinas de carpintaria e estofagem também têm um papel importante na vida económica da Freguesia.
É de referir a existência da Zona Industrial de Cedrim, cujas infra-estruturas foram inauguradas no dia 26 de Julho de 2003. Actualmente, é composta por cerca de trinta empresas que empregam cerca de 500 trabalhadores. Em Cedrim, ainda há lagares reconhecidos, como é o caso do existente em Paçô, explorado por Vera Borges Santos.

Desporto, Cultura e Lazer
Preocupada com o desenvolvimento integral do local, esta Freguesia está dotada de alguns meios, como uma sala de convívio, o Parque do Monte do Castêlo e locais de diversão nocturna, como o Bar/Discoteca Niagara Parque e a Discoteca Bota Sheik.
Ao longo dos tempos, as populações foram-se organizando em associações ou colectividades, perseguindo finalidades e objectivos bastante diversificados, sempre visando elevar a sua cultura e o seu bem-estar social. São disso exemplo:

  • Jovouga — Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Cedrim dedica-se ao futebol, atletismo e actividades recreativas e culturais, como convívios, jogos tradicionais, semanas culturais, entre outros eventos. Esta Associação foi fundada a 22 de Janeiro de 1989.
  • Associação Desportiva “Águias de Carrazedo”
  • Grupo Musical “Us’Enigma” - Foi fundado em Cedrim, em 1990.
  • Filarmónica de Cedrim — Em 1909, o professor Artur Nunes Vidal fundou uma Tuna, juntamente com Alexandrino de Bastos, Alexandre Soares Leal, César Fernandes Gomes, Henrique Rodrigues Ribeiro, Manuel Marques Ferreira, Fernando Afonso Soares Gomes, José Tavares Arede, Eduardo Tavares da Silva, Custódio Morais Ferreira, Manuel Martins da Costa, Joaquim Rodrigues Júnior e Ernesto Fernandes Gomes. A sua primeira actuação teve lugar em Cedrim, ainda em 1909, numa missa celebrada pelo padre Joaquim Tavares Dias. O desempenho da Tuna agradou de tal forma que, no ano seguinte, foi transformada em Filarmónica, tendo sido a sua estreia oficial a 12 de Junho, na festa de Santo António. Foram seus regentes o referido professor Nunes Vidal e o padre Joaquim Tavares Dias. Conheceu o seu fim em 1919, mas Cedrim não a esquece.


Acção Social
Não descurando esta importante área de acção, esta Freguesia tem ao dispor dos seus habitantes um O.T.L., proporcionado pela Junta e pelas colectividades locais, o qual de destina aos jovens, durante o Verão.

Ensino
No âmbito da Educação, esta Freguesia está munida de algumas infra-estruturas, como quatro estabelecimentos de ensino Jardim-de-Infância de Cedrim, Escola do 1.º Ciclo de Cedrim, Escola do 1.º Ciclo de Paçô e Escola do 1.º Ciclo de Carrazedo.

Gastronomia
São típicos da freguesia de Cedrim os seguintes pratos: Vitela à Moda de Lafões, Cabrito Assado e Frango no Churrasco

Vinhos da Região - O néctar da região é o Vinho Verde (“Americano” tinto). No entanto, Cedrim é incluída na Região Demarcada de Lafões.

Danças e Cantares
Embora nunca tenha existido na Freguesia qualquer rancho ou grupo etnográfico, são conhecidas letras de músicas recolhidas por grupos da região. “Papas à Noite” é o título de uma dessas canções, também designada de “Vira de Cedrim”.

Trajes
É muito utilizada na freguesia a roupa confeccionada com linho, elaborado em teares.

Jogos e Brinquedos Tradicionais
De acordo com as memórias dos mais velhos, a malha e o pião são jogos tradicionais da Freguesia.

Fonte: www.cedrim.pt

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Cedrim - Localização PDF Versão para impressão Enviar por E-mail


Cedrim do Vouga fica a Este do concelho de Sever do Vouga, relativamente perto do rio Vouga, e é limite da Beira Alta com a província do Douro, sendo constituída pelos lugares de Paçô, Fontelas, Redouça, Varziela, Carrazedo e Santo Adrião. A sua população ronda os 1300 habitantes que se dedicam predominantemente à agricultura, mas também à criação de aves (avicultura), exploração de bovinos, sendo de assinalar também nas actividades económicas de Cedrim as oficinas de carpintaria e estofagem.
Cetarini é uma povoação referida em documentos reportados ao ano 1000. Pelo ano de 1017 existia um convento de monges e freiras da Ordem de São Bento. Provavelmente terá existido um castelo num alto monte de onde se vê toda a aldeia e também o mar, contudo, não se confirma com exactidão tal facto. Aliás, como a falada existência de uma abadia em Santo Adrião.

Na época medieval existiu por aqui um mosteiro beneditino no qual terá pernoitado D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques que estaria de passagem para as Termas de S. Pedro do Sul. No morro do Castêlo parecem vislumbrar-se alguns vestígios de uma fortificação pré-romana, assim como junto a Santo Adrião se encontram uma Anta e um Dólmen de corredor.

A Igreja Matriz, cujo orago é S. João Baptista, revela certo valor artístico, sendo barroca no frontispício. Merecem ainda referência o Cruzeiro fontanário em granito da região, sito no Largo do Chafariz, bem como duas janelas geminadas e de belo efeito pertencentes a uma vivenda particular que fica na rua central da povoação de Cedrim. Em Fontelas, à beira da EN 16 podem admirar-se duas belas casas de habitação de excelente e rica traça arquitectónica.

Ainda em Fontelas, e falando agora de artesanato, refira-se que por aqui se continua a praticar a ancestral cultura do linho por processos artesanais. O artesanato desta freguesia resiste ainda com os seus teares manuais e um "canastreiro" (cestaria) em Paçô. Motivos para visitar esta freguesia de Cedrim não faltam, desde o Morro do Castêlo, à anta de corredor de Santo Adrião (sem cobertura), passando pela fachada barroca da Igreja Matriz.

Fonte: www.cedrim.pt

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Cedrim - Origens PDF Versão para impressão Enviar por E-mail


As origens de Cedrim podem ser encontradas no pequeno reduto castrejo que, em data incerta do primeiro milénio a.C., se instalou no Monte do Castêlo. Neste local, existem vestígios de uma fortificação, ao que tudo indica pré-romana e, há relativamente pouco tempo, foi aí encontrado um machado de pedra e um pequeno vaso de cerâmica. Durante séculos, os habitantes deste castro abrigaram-se em simples cabanas de ramagens, vivendo exclusivamente da pastorícia e da agricultura rudimentar. Posteriormente, com a romanização e o progresso natural da sociedade, essa gente começou a descer para os locais mais férteis da encosta, à procura de pão mais abundante e de lugares menos agrestes. E assim surgiu Cedrim e os outros pequenos núcleos populacionais dos arredores.

No que se refere ao topónimo “Cedrim”, defende Bluteau que se trata de um modalismo ou corrupção de “Synedrim” ou “Senedrim”. Contudo, a sua raiz é latina, uma vez que deriva do étimo “Cetarini”. A Freguesia é mencionada em vários documentos antigos, aparecendo, em 1050, sob a forma de “Cedarim” e “Zedarim”; em 1284, surge como “Cedari”; em 1747, como “Sedrim” e, em 1768, “Cedrim”, forma que actualmente persiste, embora haja quem acrescente “do Vouga”.

É sabido que o surgimento de Cedrim é anterior à fundação da nacionalidade, facto que é atestado por um documento pertencente ao Convento de Pedroso (Gaia), onde consta que, em 1017, D. Gonçalo, filho do Conde D. Mendo Luci, comprou metade do mosteiro de Cedrim, adquirindo a outra metade 33 anos mais tarde, em 1050. Nada se sabe quanto à fundação e vida desse mosteiro de monges e freiras da Ordem de São Bento que, em 1117, foi visitado por D. Teresa, mãe do primeiro rei de Portugal, de passagem para as Caldas de Lafões (São Pedro do Sul). Provavelmente, este convento era, como muitos outros, filial do que a nobre condessa Mumadona Dias fundou em Guimarães, no ano de 927, com 25 coutos, freguesias e algumas marinas de Aveiro. A avaliar pelo seu patronímico hebraico, presume-se que o mosteiro de Cedrim tenha sido construído, ou apenas estabelecido, sobre um Senedrim israelita (tribunal judaico destinado a julgar as transgressões do ritual Thalmúdico).

No século XIII, os documentos voltam a falar de Cedrim «Martinus Petri juratus dixit, quod de villa de Paazoo et de villa de Cedarim... nullum forum faciunt Regi» (Martinho filho de Pedro ajuramentado disse que a vila de Paçô e a vila de Cedrim não pagavam foro ao Rei); e continua «Interrogatus, quomodo non faciunt Regi aliquit forum, dixit, quod, ut audivit dicere, iste ville erant cautate» (Interrogado porque não pagavam foro ao Rei, disse que, conforme ouviu dizer, estas vilas eram coutadas). De facto, as duas vilas eram de fidalgos por avoenga, isto é, por honra antiga e pertenceram a D. Urraca Vasques, não pagando qualquer foro à Coroa. Também João Afonso, juiz de Sever, disse nas Inquirições de D. Afonso III, em 1258, que Cedrim e Paçô eram do termo de Sever e não constituíam couto, mas honra., ou seja, eram propriedade ou domínio de alguma casa nobre da região.

Do catálogo das igrejas e mosteiros mandado fazer por D. Dinis, em 1320, não consta a igreja nem o mosteiro de Cedrim; este já deveria ter desaparecido e aquela ainda não existia. A Igreja de Cedrim só surge na relação de 1675, no bispado de D. João de Melo, sob a invocação de Nossa Senhora, como curato anual e filial de Ribeiradio, paróquia de São Miguel da Ribeira. Segundo o informador, a Igreja tinha dois altares colaterais das invocações respectivas de Nossa Senhora e de Santo António, que não possuía sacrário e se encontrava “bastante ornada”. De acordo com a opinião do Monsenhor Celso Tavares da Silva, em artigo publicado no jornal “Correio de Sever do Vouga”, em 25 de Setembro de 1986, a partir destes dados, bem como dos livros de assentos de baptismos de Ribeiradio, onde consta que no dia 7 de Julho de 1637 foi baptizada a filha de um casal que morava na freguesia de São João de Cedrim, pode-se situar a instituição da Freguesia por volta de 1630, talvez um pouco antes. Nesta altura, a igreja deveria ter resultado de obras de adaptação da antiga capela de São João Baptista, cuja construção poderá remontar aos séculos XIV ou XV, a avaliar pela antiquíssima imagem que se encontra presentemente na fachada da actual igreja.

No Inquérito Paroquial de 1732, conclui-se das informações prestadas pelo pároco Francisco Soares que a Freguesia pertencia ao bispado, comarca da Esgueira, termo da vila de Sever e possuía 151 fogos. Era donatário o Marquês de Fontes, estando o respectivo pároco sujeito ao reitor de Ribeiradio, pelo que a Freguesia lhe era anexa. Possuía alguns privilégios pertencentes à sagrada religião de Malta de que era senhor D. Sancho Manuel de Vilhena. Também nesta altura, são indicadas como pertencendo a esta Freguesia os lugares de Silveira e Arcas, hoje pertencentes à Freguesia de Talhadas, Alagoa e Paredes, actualmente pertencentes a Ribeiradio, Concelho de Oliveira de Frades. Depois de ter pertencido ao Concelho de Sever do Vouga até ao dia 21 de Novembro de 1895, data em que este Concelho foi extinto, Cedrim passa para o Concelho de Albergaria-a-Velha até 1898. No dia 15 de Janeiro deste mesmo ano, volta a pertencer ao Concelho de Sever do Vouga, entretanto restaurado. A Freguesia tornou-se independente a partir de 1900, tendo sido o seu primeiro pároco o Reverendo Artur R. da Costa Carvalheira.

Fonte: www.cedrim.pt

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Cedrim - Figuras Históricas PDF Versão para impressão Enviar por E-mail


No âmbito histórico-cultural, importa referir o nome de personalidades locais, que, no seu tempo, muito contribuíram para o orgulho da população de Cedrim, a saber:

- Monsenhor Celso Tavares da Silva - Filho de José Marques da Silva e Ermelinda Rosa Tavares, nasceu a 29 de Fevereiro de 1916, em Cedrim. Frequentou o Seminário de Viseu, concluindo o seu curso em 1938 com elevada classificação. Aguardando idade para ser ordenado sacerdote, foi colocado como prefeito no Seminário Menor de Fornos de Fornos de Algodres. A sua ordenação foi a 30 de Abril do ano seguinte, pelo Bispo da Diocese, D. José da Cruz Moreira Pinto. Até 1952, paroquiou a freguesia de S. Tiago de Besteiros, passando depois para Oliveira de Frades, onde assumiu o arciprestado por 15 anos. Foi um dos fundadores do Externato Lafonense, do qual foi seu primeiro director. Desempenhou o cargo de Vice-Reitor do Seminário Maior de Viseu, a partir de 1958, e o de Reitor, em 1977.
Cónego capitular da Catedral de Viseu desde 1973, foi director do Jornal da Beira e Secretário da Comissão organizadora da Secção de Viseu da Universidade Católica, onde leccionou a cadeira de História e Arte. Fez ainda parte da Comissão Diocesana de Arte Sacra e da Direcção do Museu do Tesouro da Sé. Sendo a Arqueologia uma das suas grandes paixões, participou em congressos e jornadas, dirigiu campanhas de escavações e publicou laboriosos estudos.
O padre Celso Tavares da Silva, a quem o Papa João Paulo II concedeu o título de Monsenhor, no ano de 1982, faleceu em 1996, aos 80 anos de idade.

- Artur Nunes Vidal — Nascido no ano de 1882, em Fermentelos, Artur Vidal veio a falecer em Águeda, em Maio de 1952. Matriculado na escola distrital de habilitações para o Magistério Primário, em Aveiro, terminou o seu curso em Junho de 1902. Cinco anos depois, foi colocado em Cedrim, onde também dirigiu um curso nocturno para adultos. Tendo sempre a preocupação de instruir, cultivar os outros, fundou o “jornalzinho” escolar A Lição, cujas edições se encontram na Biblioteca Paroquial de Cedrim, graças a uma oferta de seu filho Alexandre da Costa Vidal.
Em 1921, foi para Águeda leccionar na Escola Primária Superior, de onde passaria para a Escola Comercial e Industrial da mesma cidade, onde exerceu as funções de professor, secretário e, pontualmente, director. Deixou diversos livros e folhetos, alguns de teor musical e outros sobre assuntos variados, como regras de bom escrever, lembranças de Fermentelos, etc.. Sendo um apaixonado pela música, fundou várias tunas, em Fermentelos e noutras localidades. Tocava com perfeição vários instrumentos, como violino, violão, rabecão e flauta. Em 1909, fundou em Cedrim uma Tuna de 12 elementos que, nesse mesmo ano, foi transformada em Filarmónica, já com 26 elementos. Presidiu também a Junta de Cedrim e, em 1919, foi administrador do Concelho de Sever do Vouga.

- Albino Costa - Filho de Manuel Costa, nasceu em Cedrim a 28 de Fevereiro de 1858. Com apenas onze anos de idade, partiu para Pelotas, no Estado do Rio Grande do Sul, no Brasil. E a verdade é que, aos 20 anos, já se tornara um jornalista conceituado, de invejável cultura, frequentador das tertúlias do meio. Desconhece-se, no entanto, como é que em tão pouco tempo se instruíra de tal forma, pois até o general Fernandes Costa, seu primo, que dele escreveu uma biografia, em Maio de 1915, não o descobriu.
Aos 24 anos, Albino Costa fixou residência em Sant’Ana do Livramento, próximo da fronteira com o Uruguai, onde fundou o jornal Correio do Sul, através do qual procurou mobilizar a sociedade para as realizações colectivas. Em 1887, voltou a Pelotas para fundar, com dois amigos, o jornal Pátria, então já casado e com uma filha. Dois anos depois, regressou a Sant’Ana para se tornar um grande industrial, iniciando a actividade pecuária. Homem estudioso, empreendedor e grande conhecedor da situação económica brasileira, publicou trabalhos de grande impacto e sucesso pelos resultados práticos obtidos, aceites pelo próprio Governo.
Em 1902, regressou à sua terra natal, onde, para além de revelar as suas qualidades humanas, publicou um estudo sobre A Indústria Saladeiril (1904) e duas monografias, A Indústria do Xarque e a Criação de gados no Brasil e na América do Sul (1905). Em 1909, enviou às vítimas do sismo ocorrido no Ribatejo um donativo de 500 francos e, dois anos depois, ao aperceber-se de um engano, restituiu ao Estado brasileiro a quantia que recebera a mais no pagamento de obras que, como construtor civil, executara para o Ministério da Marinha. Aquando da sua segunda viagem a Portugal, em 1912, ofereceu ao Estado português um monoplano Duperdussin, o primeiro que a Nação teve. Também ofereceu um relógio para a torre da igreja de Cedrim e comprou a casa onde viveram seus pais, ofertando-a à Junta de Freguesia para a sua sede. A inauguração fez-se a 3 de Dezembro de 1936.
Segundo Fernandes Costa, a maior parte da sua obra encontra-se dispersa por numerosas publicações periódicas de diversas localidades brasileiras. Destaca-se o poema “Em País Distante”, bem como o conto “Cedrim”, escrito em 1915, onde perpassa toda a emoção sentida na sua primeira viagem a casa de seus pais, em 1902.

- Cónego José Simões Pedro - Através das suas obras e dos seus comoventes sermões frequentes nas missas de São João, está presente na memória de todos os cedrinenses. Entre as suas obras, ressaltam Musa Singela (1984), Recordações (1986), A Trapa (1956), Na Orla do Vale (1973) e Predestinada (1982). É, contudo, na obra Recordações, que dá um retrato mais definido da sua pequena aldeia beirã «CEDRIM... é o nome da minha aldeia; não é só porque nela nasci que me parece mais linda que as outras. Nela pouco tempo vivi; mas, quando me vejo dentro da sua perfumada cinta de verdura e ouço o murmúrio das suas fontes, o gorjeio das suas aves e o rumor dos seus ribeirinhos que dão a toda a aldeia uma frescura paradisíaca, toda ela, a terra onde nasci me parece uma canção».

Fonte: www.cedrim.pt

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